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8 de out. de 2012

80º Encontro de Esperantistas do Vale do Paraíba

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13 de jul. de 2012

TAKE - Tutamerika Kongreso de Esperanto

Tiu ĉi filmeto temas pri la kongresego: 8-a TAKE (Tutamerika Kongreso de Esperanto), 46-a BKE (Brazila Kongreso de Esperanto), kaj 31-a BEJK (Brazila Esperantista Junulara Kongreso). Ili okazis kune en julio 2011, en urbo San-Paŭlo, Brazilo. Se ĝin vi ŝatos, bonvole lasu vian komenton sube! Ha, vizitu lian blogon.



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30 de set. de 2011

De Olho no Apito! (Rigardante Fajfilo)


O movimento #DeOlhoNoApito nasce da união de sites atleticanos, além de usuários de redes sociais, que passarão a fiscalizar e divulgar as ações das arbitragens nos jogos do Atlético. O ideal do grupo é combater qualquer injustiça praticada dentro dos gramados, para que tenhamos um resultado justo, o que, comprovado por vídeos, não vem acontecendo no Campeonato Brasileiro.

La movado #DeOlhoNoApito (#RigardanteSurFajfilo) naskas de unuiĝo de atletikanaj retpaĝoj, krom uzantoj el socialaj retoj, kiuj pasados kontroli kaj disvastigi agadojn de la arbitraciadoj en maĉoj de Atlético. Idealo de grupo estas lukti kontraŭ iu ajn maljusteco farita sur ludkampo, por ke ni tenos ĝustan rezulton, kion, jam pruvita per videoj, ne venadis okazinte en Brazila Piedpilko Ĉampeoneco.

O movimento #DeOlhoNoApito não tem o intuito de ofender a qualquer pessoa ou profissional, mas somente questionar erros que poderiam ser evitados e parabenizar os árbitros que não influenciarem nos resultados das partidas.

La movado #DeOlhoNoApito ne havas intencon de ofendi iun ajn homo aŭ profesiisto, sed nur demandi erarojn kiuj povus esti evititaj kaj gratuli la arbitraciantoj kiuj ne influos en la rezultoj de maĉoj.

Através de análise de lances decisivos e outros que muitas vezes passam despercebidos, fica claro que o Atlético poderia estar numa situação mais confortável na tabela.

Per analizadoj de decidaj okazoj kaj aliaj kiuj ofte pasas nerimarkitajn, klariĝas ke Altético povus esti en plibona situacio en la tabelo.

O movimento #DeOlhoNoApito não exime a culpa dos jogadores, técnicos e Diretoria do clube, mas esses fatores não podem ofuscar os seguidos erros da arbitragem, que coincidentemente, ou não, sempre prejudicam o Clube Atlético Mineiro.

La movado #DeOlhoNoApito ne tiras kulpon de la piedpilkistoj, trejnisto kaj kluba direktoraro, sed tiuj faktoroj ne povos blindigi sekvajn arbitradadajn erarojn, kiu kunokaze, aŭ ne, ĉiam malhelpas Clube-on Atlético-on Mineiro-on.

O movimento #DeOlhoNoApito fará uso de todos os veículos de comunicação, como Twitter, Orkut, Facebook, Rádios e Fóruns virtuais, além de sites e blogs alvinegros que farão o possível e o impossível para defenderem a bandeira atleticana. Não queremos ser beneficiados de forma alguma, mas também não deixaremos que erros sejam cometidos repetidamente sem que providência alguma seja tomada. Nossa luta é por um resultado justo, conquistado dentro das quatro linhas, sem interferência alguma de terceiros.

La movado #DeOlhoNoApito faros uzon de ĉiuj komunikmezoj, kiel Tvitero, Orkuto, Facebook, Radioj kaj virtualaj forumoj, krom retpaĝoj kaj blankanigraj blogoj kiuj faros ebla kaj neebla por defendi atletikanan flagon. Ni ne volas esti neniel bonfaritaj, sed ankaŭ ni ne lasos ke eraroj okazadas ree sen ke iu elpaŝo estos farita. Nia lukto estas per ĝusta rezulto, venkita inter la kvar fadenoj, sen neniu alia interhelpo.

O #DeOlhoNoApito estará nos estádios e buscará outras formas de interagir com a Massa. Esperamos que a causa ganhe adeptos em todos os setores ligados ao futebol, pois essa é uma luta pela verdade, a mesma verdade que o jornalismo busca diariamente.

#DeOlhoNoApito estos en la ludejoj kaj serĉos aliajn manierojn por interagi ĉe la Massa-o. Ni esperas ke kaŭzo gajnos anoj en ĉiuj sektoroj ligitaj al piedpilko, ĉar tiu estas unu lukto per la vero, la sama vero ke ĵurnalado serĉas ĉiutage.

Estaremos na arquibancada, com o coração em campo e de olho no apito.
Ni estos sur spektantaro, kun koro en kampo kaj okulo je fajfilo.

Contamos com vocês.
Ni esperas por vi.


Site/Retpaĝo: http://www.deolhonoapito.com.br
Twitter/Tvitero: @deolhonoapito
Facebook: http://www.facebook.com/deolhonoapito

Notícia Galo: http://noticiagalo.blogspot.com

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14 de set. de 2011

Pesquisas Científicas sobre o Valor Propedêutico do Esperanto realizada em vários países

Via Culturoscópio

Desde os anos 1920 aconteceram experimentos educacionais, que demonstram inicialmente a facilidade de aprendizado do Esperanto em relação às outras línguas e, à partir de 1970, a utilidade do Esperanto como facilitador do aprendizado de línguas não-maternas e de matérias que dependem de raciocínio lógico e interesse em humanidades. Em uma palavra, demonstraram cientificamente o valor propedêutico do Esperanto. Vejamos alguns:


    1925 - 1931, Columbia University, New York, EUA, sob direção do Prof. E. Thorndike: 20 horas de ensino de Esperanto deram melhor resultado que 100 horas de Francês, Alemão, Italiano ou Espanhol. 1947 - 1951, Sheffield, Inglaterra (desde 1948 também em Manchester): crianças aprenderam o mesmo tanto de Esperanto em 6 meses que levaram 4 a 5 anos para aprender da língua francesa; depois de alguns meses aprendendo Esperanto adquiri-se melhores resultados no aprendizado de outras línguas. 1958 - 1963, Escola de ensino médio em curso de verão, na Finlândia: sob controle do Ministério da Educação daquele país, demonstrou-se que depois de um Curso de Esperanto os alunos atingiram um nível mais alto no aprendizado de Alemão do que os alunos que aprenderam somente a língua alemã, até mesmo por mais tempo. 1970 – Experimento realizado pelo Prof. Istvan Szerdahelyi em Budapest, Hungría: uma classe de crianças aprendeu primeiramente o Esperanto e depois, separados em grupos, aprenderam Russo, Inglês, Alemão ou Francês. Constatou-se que as crianças obtiveram 25% a mais de êxito no aprendizado da língua russa do que as que não aprenderam Esperanto antes. Ainda com relação às crianças que não aprenderam antes o Esperanto, o aproveitamento no Alemão foi 30% maior, no Inglês foi 40% maior e no Francês o ganho foi de 50%. 1975 e 1976 - Experimentos mais amplos e com resultados também documentados oficialmente aconteceram na Universidade de Paderborn, Alemanha, com crianças do ensino elementar. Esses experimentos contaram com aferições precisas de resultados, com aplicação de fórmulas da pedagogia cibernética, sob a orientação do Prof. Helmar Frank.

Os experimentos de Paderborn envolveram 300 crianças que aprenderam Esperanto por um ou dois anos e depois aprenderam o Inglês. Resultado: as crianças que aprenderam Esperanto por dois anos (cerca de 100 horas/aula) apresentaram um aproveitamento no aprendizado do Inglês 30% maior do que as que não aprenderam Esperanto. As que aprenderam Esperanto por um ano apresentaram aproveitamento 20% superior no aprendizado do Inglês em relação as que não aprenderam Esperanto antes.

    1975 a 1977 – Experimento realizado com 300 crianças, pela Liga Internacional de Professores de Esperanto – ILEI, dirigido pelo Prof. Helmut Sonnabend, na Bélgica, França, Alemanha, Grécia e Holanda. Esse experimento contou com vários professores colaboradores e demonstrou que as crianças que aprenderam Esperanto obtiveram melhor aproveitamento no aprendizado de Inglês do que as que não aprenderam Esperanto. Com uma economia de tempo para o aprendizado de Inglês altamente significante: 129 horas em um curso de 960 horas. Foi analisado também, nesse mesmo experimento, o desempenho das crianças alemãs nas disciplinas Matemática e Geografia e ficou cientificamente demonstrado que as que aprenderam Esperanto apresentaram melhor aprendizado nessas duas disciplinas. 1980 – É digno de nota o estudo do Prof. Yukio Fukuda, do Japão, intitulado "Para racionalização do aprendizado de língua estrangeira, à luz da língua materna (por exemplo, alemão ou japonês), a partir de estudos básicos da cibernética e Humanidades” 21, 1980 (página 1-16) - "Zur rationalisierten Fremdsprach-Lehrplanung unter Berücksichtigung der (z.B. deutschen oder japanischen) Muttersprache", Grundlagenstudien aus der Kybernetik und Geisteswissenschaft” – no qual demonstra que o aprendizado prévio do Esperanto é muito útil como facilitador do aprendizado do Inglês para crianças, quando a língua materna não é o Inglês. 1983 a 1985, Scuola Elementare “Rocca”, San Salvatore de Cogorno, Itália: sob direção da Profa. Elizabeta Formaggio foi realizado um experimento com um grupo de pesquisa – 25 alunos do 3º e do 4º ano do ensino básico aos quais se ministrou curso de Esperanto – e com um grupo de controle – alunos das mesmas séries que não aprenderam Esperanto. Em 1985 foram aplicados exames abrangentes a esses dois grupos. Em 1988 foram aplicados exames de Francês a esses dois grupos e os resultados confirmaram as pesquisas anteriores, ou seja, os que aprenderam antes o Esperanto aprenderam mais rapidamente o Francês do que os que não aprenderam Esperanto. Em 1995 o Prof. Zlatko Tišljar, nascido no Zagreb, residente hoje na Eslovênia, titulou-se mestre pela Academia Internacional de Ciências de San Marino – AIS com um experimento realizado entre 1993 e 1995 na Eslovênia, Áustria e Croácia. Nesse experimento se ensinou Esperanto em 5 escolas elementares para 40 estudantes por 70 horas. Depois em 4 daquelas escolas as crianças aprenderam o Inglês e em 1 escola aprenderam o Alemão, ambas como língua estrangeira. O Prof. Tišljar testou por três vezes essas crianças e 40 outras que não aprenderam Esperanto. Conclusão final do experimento: as crianças que receberam 70 horas de ensino de Esperanto aprenderam o Inglês e também o Alemão, com aproximadamente 25 a 30% mais rapidez. Isso significa que depois de dois anos de aprendizado de língua estrangeira, crianças que aprenderam antes o Esperanto sabiam a língua estrangeira ensinada 50 a 60% melhor que as crianças que não aprenderam o Esperanto. Considerando que, nos países onde se deu esse experimento, línguas estrangeiras são ensinadas 3 horas por semana, ou seja, 120 por ano ou 240 horas por dois anos, a economia de tempo no aprendizado de língua estrangeira foi maior que 120 horas. Assim, as 70 horas investidas no ensino do Esperanto já passaram a compensar antes de 2 anos de ensino de língua estrangeira. De 1994 a 1995, setembro a julho, a Profa, Ines Frank na Alemanha, realizou um experimento semelhante em uma escola elementar de Oberndorf, comunidade pertencente ao Distrito de Rottweil, junto ao rio Neckar, no estado alemão de Baden-Virtembergo (Oberndorf am Neckar). Inicialmente participaram 38 crianças e ao final 20 do quarto ano. Os resultados não foram publicados, mas foram semelhantes aos anteriores. De 1993 a 1997, na Scuola Gaetano Salvemini, Torino, Itália, experimentou-se o Esperanto como língua propedêutica para o ensino de línguas estrangeiras na escola fundamental. Participaram 3 classes. No 2º e 3º anos os alunos aprenderam Esperanto básico e utilizaram-no para se comunicarem com outras escolas de outros países. No 4º e 5º anos uma classe passou a estudar o Inglês e outra o Francês. Desde o ano letivo de 1994/1995 esse experimento foi oficializado pelo Ministério de Instrução Pública da Itália. A avaliação confirma a eficácia do ensino do Esperanto para as crianças italianas para um melhor e mais rápido aprendizado posterior de Francês e Inglês.

Sem maiores detalhamentos, à guisa de informação, mencionamos também outros eventos do gênero dos relatados acima:

    - 1920, Green Lane School, Eccles, Inglaterra; - 1922, Enquete oficial da la Liga das Nações, Genev, Suissa; - 1922 a 1924, Bishop’s Elementary School, Auckland, Nov-Zelando; - 1924, Wellesley College, Ohio, Estados Unidos da América - EUA; - 1934 a 1935, Escola Pública de Ensino Médio, New York, EUA; - 1948 a 1961, Egerton Park School, Manchester, Inglaterra; - 1962 a 1963, Universidade Loránd, Budapest, Hungria (Prof. I. Szerdahelyi); - 1971 a 1974, 22 classes na Itália, Iugoslávia, Hungria e Bulgária; - 1972 a 1973, Scuola Elementare Dante, Forlì, Italia (Ministerio da Educação); - 1977 a 1983, Universidade de Paderborn, Alemanha (Prof. H. Frank); - 1983 a 1985, Escola Sítio do Pica-pau Amarelo, ensino Infantil, Santos, Brasil (Prof. Pedro Jacintho Cavalheiro, atual Diretor da Comissão de Educação da Liga Brasileira de Esperanto); - 1984, Escola Ordem e Progresso, ensino médio, Santos, Brasil (Prof. Pedro J. Cavalheiro); - 1984 a 1986, Escola Irmã Catarina, ensino Infantil, fundamental e médio, São Paulo, Brasil (Prof. Pedro J. Cavalheiro); - 1993, Relatório Oficial sobre o valor propedêutico do Esperanto: Ministério da Educação, Italia; - 1994 a 1997, Universidade Monash, Victoria, Austrália (Prof. A. Bishop); - 2005 a 2006, Escola Nossa Senhora das Graças, ensino fundamental e médio, São Paulo, Brasil (Prof. Pedro J. Cavalheiro).

Alguém poderia argumentar que:

I. Toda língua tem valor propedêutico e exerce influência positiva, seja qual for a língua estudada. Esse fenômeno é bem conhecido, mas...

Esse valor depende da relação entre a língua que se aprende com a língua materna de quem aprende. Exs.:

    O Italiano ou o Português preparam melhor o aprendizado do Espanhol e do Romeno. O Chinês prepara melhor o aprendizado do Vietnamita (Mon-khmer) ou Tibetano (língua Sino-tibetana). O Húngaro prepara melhor o aprendizado do Finlandês, do Turco e do Japonês. O Esperanto possui eficácia propedêutica maior do que qualquer outra língua para o aprendizado de línguas de modo geral: ocidentais ou orientais, vivas ou mortas.

II. Todas as línguas contribuem para o desenvolvimento de certo número de capacidades e qualidades fundamentais, como observação, análise, síntese, raciocínio, lógica, criatividade etc.

No entanto...

Além de todas as capacidades desenvolvidas pelo aprendizado de uma língua, o valor propedêutico do Esperanto para o desenvolvimento do raciocínio lógico matemático e para o aprendizado de línguas está comprovado cientificamente. Além disso, possui grande valor educacional e ético por dar ao aluno uma visão humanista das relações internacionais e interétnicas.
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China rumo ao Esperanto

Por Felipe Augusto

A China é hoje o terceiro maior país do mundo em território, ficando atrás da Rússia e Canadá no quesito. Porém a China é hoje a mais fulminante economia do planeta, o que faz com que todos olhem constantemente para lá. A China anda com tanta força no cenário mundial que seu presidente foi eleito em uma famosa e tradicional lista, como o homem mais poderoso do mundo, o que hoje faz a China é literalmente importante, esse país hoje muda ideias e conceitos, e a cada dia o fará mais, e os EUA menos. O que pode vir a se tornar um dia o grande problema chinês, que é sua enorme população, é também um de seus maiores êxitos, pois eles tem dentro de sua casa, abaixo de sua lei, o poder de influenciar e reger a vida de nada menos do que 1,3 bilhões de pessoas.

Muito sabemos sobre a China mas ao mesmo tempo pouco sabemos, pois a China é um país de enormes contrastes, inclusive em questões étnicas, muitos de nós não sabem que não é todo chinês que tem o "olho puxado". Lá se encontra desde aqueles parecidos com o povo Ainu do norte do japão, parecidos também com os nativos americanos, até gente que se parece com indiano. Isso obviamente gera também um grande conflito linguístico no país que um dia terá que ser resolvido, e hoje, o idioma "supremo" para o governo é o mandarim, o qual chamamos de "chinês". Porém além de seu próprio país, tão diverso, a China que quer ser líder no mundo precisa também se comunicar com o restante desse, eles sabem muito bem disso e se preparam para tal.

O chinês em geral não gosta muito de falar o inglês, e isso se deve a vários fatores, alguns que podemos ressaltar é a dificuldade comum aos povos para aprender idiomas de outros, pois esses são "feitos" para eles, e não para todos. Outro é o fator político, é claro, a China que se denomina um país comunista não tem muita simpatia pelos ideais estadonidenses e por isso não quer submeter seu povo ao aprendizado do idioma inglês, o que seria um tiro no pé para um povo que deseja ser o líder, a ideia é, "ou eles falam a nossa língua ou ninguém fala a deles". A China vê uma solução para esse problema, pois já que é muito duro para o chinês aprender o inglês, já que politicamente eles não podem porque querem ser os dominadores, e sabem que os demais não irão aprender chinês (mandarim), eles escolhem o Esperanto.

A China vem de pouco em pouco, na calada da noite, criando formas para que seu povo possa aprender Esperanto, já que é muito fácil de aprender, principalmente quando se compara a outros idiomas como o português, francês, japonês, inglês, italiano e o próprio chinês. Além do notório fácil aprendizado pelo chinês em curto espaço de tempo, o idioma é nacionalmente neutro, não é de país algum, logo não teria problema com a submissão a cultura alheia seu incentivo e por isso a China já o faz. Ela cada vez mais amplia os horizontes do Esperanto em seus domínios e você não deverá se espantar se em pouco tempo chineses lhe perguntarem numa Copa qualquer por aí, "você falar Esperanto?".

O Esperanto é muitas vezes desmerecido pela falta de conhecimento das pessoas e pela desinformação gerada por muitos, mas ele tem seus méritos, e não são poucos, é por exemplo o 22º idioma da Wikipédia, o que não é nada mau para um idioma dito por alguns como "obsoleto". Tem grandes chances de se tornar o idioma da UE para resolver seus problemas com o dispendioso gasto com traduções, tem uma comunidade que abrange os milhões espalhada pelo mundo, e isso se mostra pelo seu tamanho na própria Wikipédia e pela sua presença na internet. A China sabe onde coloca o pé, não quer levar seu povo para um caminho de submissão cultural e por isso educa seu povo para falar seu idioma nativo em sua babilônia particular e ensina o Esperanto para não falarem (tentarem) em inglês e dar méritos ao seu maior rival.

A China agora cria um portal para que o mundo os conheça sobre sua visão, sem a manipulação alheia (com a deles) que é muito peculiar ao mundo ocidental, afinal Mandela já foi chamado terrorista e a invasão do Iraque tinha sido motivada pela busca de armas de destruição em massa. Nesse portal, que segundo notícia tem 40% de sua audiência formada por não chineses, tem a presença de 10 idiomas para sua livre escolha, óbvio que um deles é o inglês, idioma hoje mais falado por não nativos, e o mais influente no mundo atual, inegável isso, mas como a China "não dá mole", tem é claro o Esperanto, idioma que ela propõe para ser o idioma dos povos, a mesma proposta do Esperanto, que não visa ser nosso primeiro e único idioma, mas sim o segundo, em primeiro vem o seu idioma nativo, aquele que você tanto ama (Eu amo o idioma português!).

Além disso, o Esperanto visa também influenciar o comportamento cultural das pessoas, dando a elas o gosto por aprender cada vez mais, sabe-se hoje via estudos reconhecidos, que o aprendizado do Esperanto como segunda língua, faz com que você consiga aprender outros idiomas numa velocidade no mínimo 20% maior, pois o Esperanto é muito mais fácil para qualquer um aprender e tira das pessoas aquele medo de tentar aprender e não conseguir (recorrente no estudo do inglês). O chinês sabe disso e usará isso a seu favor, e com tamanha força política e econômica irão conseguir alcançar seu objetivo, então se prepare para uma Ásia se comunicando em Esperanto, e se prepara você também, pois a Asia é uma potência hoje e a China é quem manda.

china.org.cn

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Lernu! - Portal multilíngüe para a língua internacional esperanto


lernu! - www.lernu.net - Portal multilíngüe para a língua internacional esperanto.

No portal "lernu!" há informações sobre o esperanto como língua e como fenômeno e muitos cursos e materiais de suporte para o seu aprendizado.

No portal se encontram cursos de diversos níveis, dicionários em muitas línguas, uma visão geral da gramática, histórias com recursos audiovisuais, mensageiro instantâneo para comunicação direta etc.

"lernu!" é financiado pela fundação de pesquisa "Esperantic Studies Foundation" e realizado por uma equipe do grupo de trabalho internacional Esperanto@Interreto.

Esperamos que você ache o portal útil e interessante!

A equipe de www.lernu.net

Imagem
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Esperanto Estas...

Esperanto é... (Esperanto estas...)

Filme que apresenta a língua internacional esperanto de maneira moderna e dinâmica. O filme, dividido em seis partes, é resultado de um trabalho de três anos (2005-2008) e foi realizado em colaboração internacional por muitas pessoas entusiastas, mas sobretudo pelo criador do filme, Rogener Pavinski (Brasil), no âmbito da organização E@I — http://www.ikso.net.






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Esperanto no Wikimedia

Por Michel Castelo Branco

Para conhecimento:

Estou em Barcelona, vim para participar de um congresso sobre wikis e línguas minoritárias. Estiveram presentes alguns editores das wikipédias em catalão, basco, aragonês, occitano e Esperanto, trocando ideias para melhorias nos projetos e experiências bem sucedidas, desafios, perspectivas. Estou compartilhando porque talvez vocês se interessem em saber que decidimos que no futuro breve utilizaremos o Esperanto, ao invés do inglês, como língua de trabalho do grupo. Os representantes de cada um desses projetos comprometeram-se a aprender Esperanto e preparar apresentação em Esperanto para o próximo encontro (em Agosto, em Israel). Vamos comunicar outros projetos em línguas minoritárias e convidá-los a juntar-se ao grupo de trabalho, a partir da mesma língua comum.

É uma grande evolução, em minha opinião, porque representa o uso da língua internacional naquela que é sua maior vocação, de língua ponte de fácil aprendizagem e neutra, sendo vista por uma questão prática também, menos ideológica. Não sou contra a ideologia do Esperanto (muito pelo contrário, compartilho dessa visão), mas agrada-me ver que ela foi proposta por eles mesmos, não-esperantistas, como uma ferramenta de trabalho, uma alternativa mais fácil que o inglês, sem o viés político do castelhano (que aqui em muito contribuiu, por imposição, com a "minorização" das demais línguas) e realmente neutra, permitindo a todos atingir a mesma fluência ou a fluência suficiente para discutir ações em igualdade e respeito à diversidade linguística, como deve ser.

Estavam presentes no evento 3 esperantistas: eu, que sou editor e administrador dos projetos wiki em Esperanto e português; o Guillem Sevilla, que é daqui, membro da Kataluna Esperanto-Asocio (KEA) e designer gráfico, autor daquele desenho para o centenário da UEA (os cinco balões de quadrinhos compondo a estrela, nas cores olímpicas); e Arno Lagrange, um francês filho de francês e alemã que é denaskulo e também administrador dos projetos wiki em Esperanto. Além de nós, outras dez pessoas completam o grupo. Eles irão começar pela internet (Kurso do Carlos Pereira e Lernu) e terão apoio da KEA.

Também foram discutidas outras propostas: projetos de tradução (estava presente um dos desenvolvedores do Apertium), normas internas dos projetos relacionadas com variantes linguísticas, editor WYSIWYG, utilização de vídeos, planos estratégicos, participação comum em eventos globais (Wikimania), entre outras coisas.

No encontro geral, que é o que chamamos de Wikimania (~500 pessoas de todos os projetos da Wikimedia, em dezenas de línguas), de 2010, na Polônia, a língua de trabalho foi o inglês, e era patente a dificuldade de muitos em apresentar suas propostas e conduzir debates nesta língua.

O encontro de 2009, em Buenos Aires, teve um espaço em castelhano (com tradução simultânea para o inglês) para umas poucas apresentações, mas a maior parte do programa foi em inglês. Para a edição 2011, em Israel, pretendemos apresentar este grupo em Esperanto com tradução para o inglês, e quem sabe ir gradativamente aumentando a presença nos eventos seguintes, de maneira a dispensar a tradução.

Neste congresso de Barcelona, não foi definida uma língua de trabalho, e cada um usou a lingua que preferia, e alguns colegas ajudaram a fazer a tradução quando necessário. Eu alternei entre inglês, castelhano e Esperanto, de acordo com os interlocutores de cada momento. Foi uma Torre de Babel, mas muito mais democrático do que a imposição do inglês. Outros colegas usaram o aragonês, francês, basco, occitano, e foi muito interessante vê-los bem à vontade, conversando com naturalidade, como deve ser.

O evento foi promovido pela associação local de apoio aos projetos wiki em catalão, um projeto de certa forma similar ao que planejamos para o Brasil. Aliás, a proposta inicial no Brasil supervalorizava os projetos em português, como que ignorando a existência de quase 200 línguas indígenas que poderiam contribuir com a produção e difusão do conhecimento livre no país. Uma falha, quer crer, de boa-fé, mas que precisava de uma correção. Daí a proposta de se criar uma divisão, subseção ou grupo, denominado Wikimedia Brazilo (em contraponto à Wikimedia Brasil, organização principal), para atuação específica nos projetos em Esperanto e em línguas indígenas no país. O projeto está em discussão, e deve ser finalizado ao longo deste ano. Vou mantendo-os informados dos desdobramentos e já deixo aqui um pré-convite: este grupo estaria aberto para quem quiser participar, independentemente da experiência prévia individual nos projetos wiki. Não queria enchê-los com muitas informações, sei que há várias iniciativas em andamento no Brasil e somos todos muito ocupados, então vou ficando por aqui (já me estendi demais) e coloco-me à disposição para tirar eventuais dúvidas, na lista ou em privado, se preferirem.
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Atlas Eletrodomésticos - Sem Fronteiras

Atlas Eletrodomésticos - Sem Fronteiras

Através do Instituto Prosdócimo Guerra crianças recebem aulas de Esperanto que é a Língua Internacional com mais de 100 anos, sendo reconhecido como de valor cultural pela Unesco, que recomendou seu ensino para todos os países membros das Nações Unidas.

Falado por mais de um milhão de pessoas no mundo, está entre os 13 idiomas mais usuais na Internet. Tem raízes do Latim, apresenta fragmentos do Inglês, do Espanhol, do Português, do Francês.

Vantagens: Facilidade de aprendizado. Considerado por alguns muitas vezes mais fácil que o Inglês; garante o conceito de igualdade entre os povos e permite amizades e intercâmbios internacionais. Um idioma universal que não privilegia poucas nacionalidades. A idéia de construir um mundo mais igualitário levou a Atlas Eletrodomésticos a patrocinar a propagação do idioma, sendo a grande incentivadora do Encontro Internacional de Jovens Esperantistas - IJK, que, em 2005, reuniu em Pato Branco participantes de 23 nacionalidades.

Em Pato Branco, na localidade de Nova Espero, o fundador do Esperanto, humanista e poliglota polonês Lázaro Zamenhof, recebeu uma homenagem especial através da construção de um grande portal, em obra com utilização de ferro, de autoria do artista plástico Kalu Chueiri.

O trabalho, com o IJK, recebeu seis páginas de destaque na revista de circulação nacional "Isto É
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